Como gostava de me deitar a teu lado, só para te poder oferecer o melhor acordar de que fosse capaz...
Por um momento, gostava que os Deuses existissem, para que me concedessem (enfim, me inspirassem) tal maioral arte...
Abandono a ideia absurda... Pois que valor teria um poder meu que não fosse meu, que me fora apenas emprestado?
Resigno-me, então, a aceitar e entregar o que em mim houver de melhor e congratulo-me por os Deuses não existirem, ou por serem moucos às minhas demandas. Qualquer das duas, tanto faz... Que o beijo das zero e um, deste início do teu, por isso supremo, Natal se repita até ao fim da nossa existência.
É esta a minha modesta e isolada maneira de te desejar os tão já gastos "Parabéns" e "Muitas Felicidades" com toda a força que me irradia do peito e me estimula a mente a fazer com que, continuamente, me bata o coração. Por e para ti, através dos tempos e milhas, através dos muros e estradas. Para todo o sempre.
Agora sim, feita que está a introdução, venha de lá esse chavão: Muitos Parabens!
16.07.2005











